ASSESSMENT – Riscos da Reforma Tributária para a Indústria Farmacêutica

Sumário

Os 10 pontos de risco e impacto

Introdução

Introdução — Assessment de Riscos da Reforma Tributária para a Indústria Farmacêutica

Este material foi desenvolvido pela SimTax, sob a liderança de seu CEO, Jiovanni Coelho, com um objetivo muito claro:

OBJETIVO CENTRALAjudar a indústria farmacêutica a identificar os principais riscos da Reforma Tributária no seu modelo de negócio de medicamentos.

A proposta deste Assessment não é aprofundar toda a legislação em um único material.

O objetivo é outro:

FOCO DO ASSESSMENTMostrar onde estão os pontos de atenção que precisam ser tratados agora.

Por isso, a SimTax mapeou 10 tópicos de risco e de impacto que podem afetar diretamente:

Vendas;
Estoque;
Ressarcimentos;
Precificação;
Tributação;
Cadastro;
Sistemas;
Trade;
Negociação comercial;
Margem e lucratividade.

Esses 10 pontos funcionam como uma cartilha de preparação para a indústria.

Cada tópico representa uma dor que precisa ser identificada, discutida e aprofundada internamente.

Quanto antes a empresa atuar nesses pontos, maiores serão as chances de atravessar a Reforma Tributária com:

Menos caos, menos perdas, menos decisões equivocadas e mais segurança.

Ao mesmo tempo, uma indústria preparada também poderá identificar e aproveitar oportunidades que empresas menos estruturadas provavelmente não perceberão.

O objetivo deste Assessment

Este material foi construído para provocar uma pergunta simples dentro da indústria:

“Estamos preparados para cada um desses riscos?”

Se a resposta for não, existe um trabalho que precisa começar imediatamente.

Se a resposta for parcialmente, existe um ponto que precisa ser aprofundado.

E se a resposta for sim, a empresa precisa validar se Fiscal, Tributário, Pricing, Comercial, Financeiro, Trade e TI estão utilizando a mesma lógica.

A Reforma Tributária não será um projeto de uma única área.Ela precisa ser tratada como um projeto integrado da empresa inteira.

Os 10 pontos são o dever de casa da indústria

A SimTax estruturou este Assessment para servir como um roteiro prático de preparação.

O objetivo é que cada empresa consiga olhar para os 10 tópicos e definir:

Qual é o risco
Qual é o impacto
Qual área é responsável
Qual ação precisa ser tomada
Qual é o prazo para execução

Esses pontos precisam entrar agora na agenda da empresa.

Prioridade
O trabalho precisa começar agora, em 2026 — não em 2027.
Grande parte dos impactos será construída antes da virada, ainda nas decisões tomadas durante 2026.

Porque grande parte dos impactos começará a ser construída ainda em 2026, por meio de:

Decisões comerciais;

Contratos;

Parametrizações;

Comunicação com clientes;

Planejamento de estoque;

Preparação de sistemas;

Treinamento das equipes.

Compartilhe este material com sua equipe

Este não deve ser um material restrito ao departamento tributário.

Compartilhe com:

Fiscal
Tributário
Pricing
Comercial
Trade
Financeiro
Controladoria
TI
Supply
Diretoria

Todos precisam entender onde estão os riscos.

E, principalmente, precisam trabalhar juntos.

A indústria que tratar esses 10 pontos de forma integrada estará muito mais preparada para atravessar a transição.

A mensagem central

Mensagem central
A Reforma Tributária não precisa ser sinônimo de caos.
Mas isso depende de preparação, alinhamento entre áreas e ação antecipada.

A empresa que identificar os riscos antecipadamente, construir ferramentas, revisar processos, alinhar suas equipes e entender a nova matemática poderá atravessar essa transformação com muito mais segurança.

E poderá fazer mais do que simplesmente evitar prejuízos.

Direção prática
A empresa preparada pode transformar a Reforma Tributária em oportunidade competitiva.
Por isso, trate estes 10 tópicos como o dever de casa da sua empresa para 2026.
Leia.
Compartilhe.
Discuta com sua equipe.
Identifique suas vulnerabilidades.
E comece a agir imediatamente.

Esse é o objetivo deste Assessment desenvolvido pela SimTax.

SPOILER DO ASSESSMENT

O que a sua indústria vai encontrar ao longo deste material

Uma visão prática com 10 riscos, diagnóstico interativo, impactos visuais e priorização de ações para apoiar a tomada de decisão da indústria farmacêutica.

Visão geral
Spoiler do Assessment SimTax
Diagnóstico interativo

Painel do Assessment

Use os campos de diagnóstico em cada risco para construir uma visão consolidada da exposição e do nível de preparação da indústria.

% DO DIAGNÓSTICO
Percentual do diagnóstico já respondido ao longo do Assessment.
0%
0/10Riscos concluídos
0/0Itens dos checklists respondidos
0%Resultado do diagnóstico da sua empresa
!
0Riscos em alta exposição
0%CONCLUÍDO

O percentual considera os diagnósticos dos riscos e a revisão dos checklists.

VISÃO CONSOLIDADA

Mapa de calor dos 10 riscos

Baixa Média Alta Crítica
MATURIDADE

Preparação por dimensão

Tributação & Cadastro
0
Comercial & Trade
0
Estoque & Financeiro
0
Sistemas & Processos
0
Governança & Pessoas
0
Ver análise detalhada do diagnóstico

Ranking, status e resumo por área ficam disponíveis sob demanda para manter o painel principal mais simples.

PRIORIZAÇÃO

Ranking dos riscos

STATUS

Andamento do diagnóstico

10A avaliar
0Em diagnóstico
0Atenção prioritária
0Avaliação concluída
GOVERNANÇA

Resumo por área responsável

ÁreaRiscos relacionadosPrioridadeStatus
Risco 01

Risco de retração das compras de Medicamentos da Lista Negativa antes da virada de 2027

O ponto de atenção

A mudança tributária de 2027 pode afetar as vendas da indústria antes mesmo de a nova regra entrar em vigor.

Distribuidores, redes e farmácias podem reduzir seus níveis de compra e estoque nos últimos meses de 2026.

Janela de risco
O risco não começa em janeiro de 2027.
Ele pode começar em outubro, novembro ou dezembro de 2026.

Por que isso pode acontecer?

No modelo vigente até 2026, os medicamentos da Lista Negativa possuem tributação monofásica de PIS/Cofins, cuja carga integra a lógica atual de formação do preço.

Com a mudança de 2027, PIS e Cofins deixam de existir e a CBS passa a substituí-los.

Em uma leitura simplificada, o cliente pode concluir:

“Se existe 12% de PIS/Cofins hoje e esse tributo deixa de existir, o medicamento ficará significativamente mais barato em janeiro. Portanto, é melhor comprar menos agora e recompor o estoque depois.”

Essa percepção, mesmo que não represente corretamente toda a matemática da transição, pode mudar o comportamento de compra da cadeia.

Onde está o risco para a indústria?

Imagine um distribuidor que normalmente mantém 45 dias de estoque.

Se ele acreditar que haverá uma queda relevante de preço em janeiro de 2027, pode decidir reduzir temporariamente seu estoque para 10, 15 ou 20 dias.

Para o distribuidor, essa decisão pode parecer uma decisão inteligente para não ter custos mais altos que a concorrência em 2027 e não perder lucratividade e nem a competitividade.

Para a indústria, porém, o efeito aparece imediatamente:

Redução de sell-in
Queda de faturamento
Alteração de produção
Pressão sobre metas
Mudança do forecast
Necessidade de renegociação comercial.

E isso pode ocorrer simultaneamente em diversos clientes.

O problema não é apenas tributário. É também:

Comercial;

Financeiro;

De demanda;

De planejamento;

De produção;

De estoque;

De relacionamento com o canal.

Percepção do cliente

A indústria sabe como seus principais clientes estão interpretando a Reforma?

Perguntas importantes:

01
O cliente acredita que o preço cairá?
02
Quanto ele acredita que cairá?
03
Ele pretende reduzir estoque?
04
A partir de qual mês?
05
Ele conhece as regras de transição?
06
Ele está considerando os créditos sobre estoque?
07
Ele entende a diferença entre redução tributária e redução econômica efetiva?
AVALIAÇÃO GERALDe forma geral, a sua indústria conhece como seus principais clientes estão interpretando este tema?Use as perguntas acima como roteiro para chegar a uma única resposta sobre este bloco.

Limite deste tópico

Este bloco não pretende resolver toda a questão do estoque de transição.

A recuperação de créditos, metodologia de cálculo do estoque, tratamento da Lista Positiva e Negativa e respectivos impactos financeiros serão abordados em tópicos posteriores do Assessment.

Ponto de atenção
A indústria pode perder venda antes da Reforma não porque o produto deixou de ter demanda, mas porque o cliente acredita que carregar estoque para 2027 será economicamente ruim.
CENÁRIO APLICADO

Imagem explicativa — Risco 01

Retração das compras da Lista Negativa antes da virada de 2027.

RISCO 01
Imagem explicativa — Risco 01
DIAGNÓSTICO INTERATIVOResponda abaixo para calcular a exposição deste risco.
?
DIAGNÓSTICO DO RISCO 01

Avalie a realidade da sua indústria

Não avaliado
Risco Atenção Diagnóstico
Este risco pode impactar sua operação?
Como está a preparação da empresa para este ponto?
Qual área lidera este tema hoje na sua empresa?
NÍVEL DE RISCO DA SUA EMPRESA
Responda às perguntas
BaixaAlta
Salvo automaticamente neste navegador
Risco 02

Risco de retração das compras de Medicamentos da Lista Positiva antes da virada de 2027

O ponto de atenção

A expectativa de queda dos preços dos medicamentos em 2027 pode afetar também as vendas dos produtos da Lista Positiva, mesmo que o impacto tributário desses medicamentos seja muito menor que os da Lista Negativa.

Distribuidores, redes e farmácias podem interpretar a Reforma de forma generalizada e concluir que “os medicamentos ficarão mais baratos em 2027”, sem diferenciar corretamente Lista Negativa e Lista Positiva.

Com isso, a indústria pode enfrentar redução de compras também nos medicamentos da Lista Positiva nos últimos meses de 2026.

Janela de risco
O risco pode começar antes da virada.
Outubro, novembro e dezembro de 2026 podem sofrer retração de sell-in simplesmente pela percepção do mercado.

Por que isso pode acontecer?

No modelo vigente até 2026, os medicamentos da Lista Positiva possuem uma sistemática diferente da Lista Negativa.

Enquanto na Lista Negativa o impacto relacionado ao PIS/Cofins é de 12%, na Lista Positiva existe o mecanismo de crédito presumido, fazendo com que o impacto residual seja significativamente menor, na ordem de 1,2%, conforme a lógica utilizada atualmente pela CMED.

Porém, o cliente pode não fazer essa diferenciação.

Ele pode simplesmente ouvir que:

“Em 2027 acaba o PIS/Cofins dos medicamentos e os preços vão cair.”

E concluir:

“Então é melhor reduzir meu estoque agora e voltar a comprar depois da virada.”

O problema é que essa decisão pode ser tomada com base em uma percepção generalizada da Reforma, e não no impacto econômico real de cada medicamento.

Onde está o risco para a indústria?

Imagine que um distribuidor possua uma carteira formada por medicamentos da Lista Negativa e da Lista Positiva.

Ao decidir reduzir seus estoques para a virada de 2027, ele pode não realizar uma análise produto a produto.

Em vez disso, pode adotar uma estratégia única:

“Vamos reduzir o estoque de medicamentos em dezembro porque os preços devem cair em janeiro.”

Nesse cenário, medicamentos da Lista Positiva também podem sofrer redução de pedidos, mesmo que a alteração econômica esperada seja muito menor.

Para a indústria, o resultado pode ser:

Redução de sell-in
Queda de faturamento
Distorção do forecast
Alteração da produção
Pressão sobre metas comerciais.
Ou seja, neste caso, o risco pode não estar na magnitude da mudança tributária, mas na interpretação do mercado.

Percepção do cliente

A indústria sabe se seus clientes estão diferenciando corretamente os medicamentos da Lista Positiva e da Lista Negativa?

Perguntas importantes:

01
O cliente acredita que todos os medicamentos terão uma grande redução de preço?
02
Ele conhece a diferença entre Lista Positiva e Lista Negativa?
03
Ele pretende reduzir o estoque de todo o portfólio?
04
Está tomando a decisão por SKU ou de forma generalizada?
05
Quanto ele acredita que os medicamentos da Lista Positiva irão reduzir?
06
A equipe comercial da indústria está preparada para explicar essa diferença?
AVALIAÇÃO GERALDe forma geral, a sua indústria conhece como seus principais clientes estão interpretando este tema?Use as perguntas acima como roteiro para chegar a uma única resposta sobre este bloco.

Limite deste tópico

Este bloco não pretende aprofundar a formação de preço da Lista Positiva nem os efeitos da transição do estoque.

Créditos, impactos financeiros, nova formação de preço, CBS e demais efeitos da transição serão tratados em tópicos posteriores do Assessment.

Aqui, o objetivo é identificar outro risco:

A indústria pode sofrer retração nas vendas dos medicamentos da Lista Positiva não porque haverá necessariamente uma grande redução econômica nesses produtos, mas porque o mercado pode acreditar que todos os medicamentos ficarão significativamente mais baratos em 2027.
Nesse caso, o desconhecimento do cliente pode gerar um impacto comercial maior do que a própria mudança tributária.
EXEMPLO DE IMPACTO

Imagem explicativa — Risco 02

Leitura visual do risco de retração das compras de medicamentos da Lista Positiva antes da virada de 2027.

RISCO 02
Imagem explicativa do Risco 02
DIAGNÓSTICO INTERATIVOResponda abaixo para calcular a exposição deste risco.
?
DIAGNÓSTICO DO RISCO 02

Avalie a realidade da sua indústria

Não avaliado
Risco Atenção Diagnóstico
Este risco pode impactar sua operação?
Como está a preparação da empresa para este ponto?
Qual área lidera este tema hoje na sua empresa?
NÍVEL DE RISCO DA SUA EMPRESA
Responda às perguntas
BaixaAlta
Salvo automaticamente neste navegador
Risco 03

Risco de ressarcimento excessivo do estoque de Medicamentos da Lista Negativa na virada de 2027

O ponto de atenção

A redução do Preço Fábrica dos medicamentos da Lista Negativa pode levar distribuidores e redes a solicitar da indústria um ressarcimento de aproximadamente 12% sobre o estoque existente na virada para 2027.

O problema não está necessariamente na existência de algum impacto sobre o estoque.
O risco está em a indústria ressarcir 12% sem considerar os mecanismos de recuperação tributária que o próprio cliente poderá ter sobre esse estoque.

Se a área comercial desconhecer essa matemática, poderá aceitar uma solicitação de ressarcimento muito superior à perda econômica efetivamente suportada pelo cliente.

Por que isso pode acontecer?

No modelo vigente até 2026, os medicamentos da Lista Negativa possuem 12% de PIS/Cofins incorporados à lógica utilizada na formação do Preço Fábrica.

Com a saída do PIS/Cofins em 2027, essa parcela deixa de compor a formação do preço.

Em uma leitura simplificada, distribuidores e redes podem concluir:

“Meu estoque foi comprado com um Preço Fábrica aproximadamente 12% maior. Se o preço cair em janeiro, a indústria precisa me ressarcir esses 12%.”

E a área comercial da indústria pode chegar à mesma conclusão.

Mas essa análise considera apenas a queda do preço.

Ela não considera necessariamente o custo econômico do estoque após os mecanismos de transição.

Onde está o risco para a indústria?

Na transição para 2027, determinados estoques de medicamentos sujeitos ao regime monofásico poderão gerar crédito relacionado à CBS, conforme as regras aplicáveis ao estoque de transição.

Considerando a recuperação de 9,25% sobre a base de custo elegível, esse crédito reduz o custo econômico do produto que atravessou a virada.

Portanto, existem duas análises diferentes:

Queda do preço de referência ≠ perda econômica efetiva do estoque

Se um cliente solicitar ressarcimento de 12% olhando somente para a redução do Preço Fábrica, sem considerar o crédito recuperável, a indústria poderá acabar compensando uma perda que, economicamente, foi parcialmente neutralizada pelo próprio sistema tributário.

Dependendo da composição do estoque, custo de aquisição e crédito efetivamente recuperável, o impacto residual pode ser muito inferior aos 12% inicialmente percebidos.

Em determinados cenários, essa diferença pode reduzir a discussão econômica para uma faixa próxima de 1% a 3%, mas esse percentual precisa ser calculado caso a caso.

Exemplo da percepção que pode gerar o problema

O cliente pode dizer:

“Meu produto caiu 12%. Tenho R$ 10 milhões em estoque. Quero R$ 1,2 milhão de ressarcimento.”

A pergunta da indústria não deveria ser apenas:

“Quanto caiu o Preço Fábrica?”

Deveria ser:

“Qual é a perda econômica efetiva desse estoque depois de considerar os créditos de transição que o cliente poderá recuperar?”
Essa diferença pode representar milhões de reais em uma negociação com grandes distribuidores e redes.

Percepção e preparação da área comercial

A indústria sabe como sua equipe comercial irá reagir quando começar a receber pedidos de ressarcimento?

Perguntas importantes:

01
Os clientes já estão discutindo ressarcimento de estoque?
02
Eles estão utilizando 12% como referência?
03
A área comercial conhece a regra de crédito do estoque de transição?
04
O cliente está considerando o crédito recuperável antes de calcular sua perda?
05
A indústria possui uma metodologia única para analisar essas solicitações?
06
O cálculo será realizado por SKU e pelo custo efetivo do estoque?
07
Quem terá autonomia para aprovar um ressarcimento?
08
Tributário, pricing, financeiro e comercial estarão envolvidos antes da negociação?
AVALIAÇÃO GERALDe forma geral, a sua indústria está preparada para analisar e negociar pedidos de ressarcimento deste estoque?Use as perguntas acima como roteiro para chegar a uma única resposta sobre este bloco.

Onde pode estar o maior risco?

NÃO NECESSARIAMENTEO maior risco pode não estar na legislação.
PONTO DE ATENÇÃOPode estar na negociação comercial.

Uma grande rede ou distribuidor pode apresentar uma solicitação de ressarcimento baseada em 12%, e uma equipe comercial pressionada pela manutenção do cliente, volume ou negociação anual pode aceitar essa referência sem conhecer toda a matemática da transição.

Nesse cenário:

Pedido de 12%
Negociação comercial
Aprovação sem cálculo
Ressarcimento excessivo
Perda direta de margem e caixa para a indústria.

Limite deste tópico

Este bloco não pretende definir agora a metodologia completa de cálculo do ressarcimento nem aprofundar as regras de recuperação do crédito de CBS sobre o estoque de transição.

Base de cálculo, custo contábil, elegibilidade do estoque, documentação, recuperação do crédito e simulações por medicamento serão abordados em tópicos posteriores do Assessment.

Aqui, o objetivo é identificar um risco anterior:

A indústria pode ser pressionada a ressarcir aproximadamente 12% do estoque da Lista Negativa quando a perda econômica efetiva do cliente pode ser significativamente menor após considerar os créditos recuperáveis na transição.

Antes de negociar qualquer ressarcimento, a indústria precisa conhecer a matemática econômica real do estoque.

CASE PRÁTICO

Imagem explicativa — Risco 03

Ressarcimento excessivo do estoque da Lista Negativa.

RISCO 03
Imagem explicativa — Risco 03
DIAGNÓSTICO INTERATIVOResponda abaixo para calcular a exposição deste risco.
?
DIAGNÓSTICO DO RISCO 03

Avalie a realidade da sua indústria

Não avaliado
Risco Atenção Diagnóstico
Este risco pode impactar sua operação?
Como está a preparação da empresa para este ponto?
Qual área lidera este tema hoje na sua empresa?
NÍVEL DE RISCO DA SUA EMPRESA
Responda às perguntas
BaixaAlta
Salvo automaticamente neste navegador
Risco 04

Risco de ressarcimento indevido do estoque de Medicamentos da Lista Positiva

O ponto de atenção

Distribuidores e redes podem pressionar a indústria a ressarcir aproximadamente 1,2% do estoque de medicamentos da Lista Positiva na virada para 2027.

Em uma análise superficial, o pedido pode parecer razoável.

Se a carga residual de PIS/Cofins existente em 2026 deixar de compor a formação do preço em 2027, o Preço Fábrica desses medicamentos pode sofrer uma redução.

Porém, existe um ponto que pode mudar completamente essa análise:

o estoque da Lista Positiva pode também estar dentro da discussão de recuperação do crédito de CBS na transição.

Se essa tese for aplicável ao estoque do cliente, a suposta perda de 1,2% pode não existir — e a transição pode inclusive gerar um ganho econômico.

Por que isso pode acontecer?

No modelo vigente em 2026, a indústria apura aproximadamente 12% de PIS/Cofins sobre esses medicamentos.

Porém, na Lista Positiva existe um crédito presumido que reduz essa carga.

Considerando o cenário de 2026:

12% De débito de PIS/Cofins
10,8% de crédito presumido
= aproximadamente 1,2% de carga efetiva

Com o fim do PIS/Cofins em 2027, essa carga residual deixa de fazer parte da lógica de formação do preço.

O cliente pode então concluir:

“Se meu medicamento vai ficar aproximadamente 1,2% mais barato, a indústria precisa me ressarcir 1,2% do estoque que ficou de 2026.”

Mas essa é apenas uma parte da conta.

Onde está o risco para a indústria?

Os medicamentos da Lista Positiva também geram crédito de CBS de 9,25% sobre a base elegível do estoque, em razão de seu enquadramento no regime monofásico e estarem na Lei 10.147 assim como os medicamentos da lista negativa.

Então teremos:
REDUÇÃO DE PREÇO≈ 1,2%Lista Positiva
CRÉDITO ELEGÍVEL9,25%Sobre o custo elegível do estoque

Nesse cenário, o distribuidor ou a rede não vai estar sofrendo uma perda econômica. Terá um ganho na transição.

Dependendo da base de custo e das características do estoque, esse ganho pode ficar, em determinados cenários, na ordem de 8% a 9%.

O risco da negociação comercial

Imagine uma grande rede dizendo para a indústria:

“Meu estoque vai perder 1,2% de valor em janeiro. Quero que vocês ressarçam essa diferença.”

Se a área comercial analisar apenas a queda do Preço Fábrica, pode aceitar o pedido.

Porém, antes de qualquer ressarcimento, existe outra pergunta que precisa ser feita:

“Esse mesmo estoque poderá gerar crédito de CBS para o cliente?”

Porque, se a resposta for positiva, a indústria poderá:

Ressarcir uma perda que não existiu
Transferir valor adicional ao cliente
Reduzir sua margem
Gerar uma vantagem financeira indevida na negociação.

O ponto mais importante

Neste caso, o desconhecimento da Reforma pode produzir uma situação contraditória.
PERCEPÇÃO DA INDÚSTRIAA indústria pode acreditar que precisa proteger o cliente de uma perda de aproximadamente 1,2%.
O QUE PODE OCORRER COM O CLIENTERecebendo ressarcimento da indústria + recuperando crédito tributário sobre o estoque.
OU SEJAO cliente pode transformar uma suposta perda em ganho econômico financiado parcialmente pela própria indústria.

Percepção e preparação da área comercial

A indústria sabe como irá tratar um pedido de ressarcimento da Lista Positiva?

Perguntas importantes:

01
Os clientes estão considerando apenas a redução de 1,2%?
02
Eles conhecem a discussão do crédito de CBS sobre esse estoque?
03
A indústria conhece a tese aplicável à Lista Positiva?
04
O cliente pretende aproveitar esse crédito?
05
Qual é o custo efetivo do estoque utilizado na conta?
06
Qual seria o ganho ou perda econômica líquida depois do crédito?
07
A área comercial pode aprovar ressarcimentos sem validação tributária?
08
A indústria possui uma regra específica para Lista Positiva e Lista Negativa?
AVALIAÇÃO GERALDe forma geral, a sua indústria está preparada para analisar corretamente pedidos de ressarcimento da Lista Positiva?Use as perguntas acima como roteiro para chegar a uma única resposta sobre este bloco.

Pode existir até uma oportunidade comercial inversa

Em vez de o cliente pensar:
“Preciso reduzir meu estoque porque o preço vai cair.”
Ele pode concluir:
“Talvez seja economicamente interessante carregar determinados produtos para a virada, porque o crédito de transição pode superar a redução esperada do preço.”

Isso pode transformar um risco de destocagem em uma possível oportunidade de antecipação de compras.

Limite deste tópico

Aqui, o objetivo é identificar um risco anterior:

A indústria pode aceitar ressarcir aproximadamente 1,2% do estoque da Lista Positiva sem perceber que o mesmo cliente pode ter direito a um crédito tributário muito superior a essa redução.

E, nesse cenário:

Síntese do risco

O que parece ser uma perda para o cliente pode, na verdade, transformar-se em uma oportunidade de ganho na transição para 2027.

EXEMPLO REAL

Imagem explicativa — Risco 04

Ressarcimento indevido do estoque da Lista Positiva.

RISCO 04
Imagem explicativa — Risco 04
DIAGNÓSTICO INTERATIVOResponda abaixo para calcular a exposição deste risco.
?
DIAGNÓSTICO DO RISCO 04

Avalie a realidade da sua indústria

Não avaliado
Risco Atenção Diagnóstico
Este risco pode impactar sua operação?
Como está a preparação da empresa para este ponto?
Qual área lidera este tema hoje na sua empresa?
NÍVEL DE RISCO DA SUA EMPRESA
Responda às perguntas
BaixaAlta
Salvo automaticamente neste navegador
Risco 05

Risco de desconsiderar o valor econômico do crédito de CBS por ser utilizado em 12 parcelas

O ponto de atenção

Distribuidores e redes podem argumentar que o crédito de 9,25% sobre o estoque não deve ser considerado integralmente na negociação com a indústria porque sua utilização ocorrerá em 12 parcelas.

O argumento pode ser:

“Eu não vou receber os 9,25% imediatamente. Como esse crédito será utilizado ao longo de 12 meses, ele não pode ser considerado na análise da minha perda de estoque.”

Esse raciocínio possui uma parte correta:

o crédito realmente não estará disponível integralmente no primeiro mês.

Porém, existe um erro importante:

parcelamento não significa ausência de valor econômico.

Por que isso pode acontecer?

A legislação estabelece que o crédito presumido de CBS sobre o estoque elegível será utilizado em 12 parcelas mensais, iguais e sucessivas.

Portanto, existe uma diferença entre o valor nominal do crédito e o valor econômico desse crédito hoje:

VALOR NOMINAL9,25%

Percentual nominal do crédito sobre o estoque elegível.

VALOR ECONÔMICOValor presente

O valor econômico considera a utilização ao longo das 12 parcelas.

Ponto de negociação
Um cliente pode utilizar o parcelamento como argumento para desconsiderar completamente os 9,25% na negociação.

Mas a análise correta não deveria transformar:

9,25% Parcelados = 0% de benefício.

O correto é mensurar quanto esses recebimentos futuros representam em valor presente.

Onde está o risco para a indústria?

Imagine que uma rede solicite ressarcimento do estoque e diga:

“Não considere os 9,25% porque eu só conseguirei utilizar esse crédito em 12 meses.”

Se a indústria aceitar essa premissa, poderá calcular o ressarcimento como se o crédito de transição não tivesse nenhum valor.

E isso pode levar novamente a um ressarcimento superior à perda econômica efetivamente suportada pelo cliente.

O ponto central é:

Não receber hoje não significa não receber.
O parcelamento reduz o valor econômico do crédito, mas não elimina esse valor.

O efeito do valor presente

Para comparar corretamente os dois momentos, é possível trazer as 12 parcelas futuras para valor presente, utilizando uma taxa financeira de referência.

Em simulações realizadas pela SimTax, utilizando taxas de desconto relacionadas ao cenário de juros da economia, como referências próximas à Selic/CDI, o crédito nominal de:

9,25%

quando distribuído em 12 parcelas e trazido a valor presente pode representar aproximadamente:

8,6% em valor econômico atual.

Ou seja:

9,25% Nominal
Aproximadamente 8,6% em valor presente
Conclusão econômica
A conclusão econômica permanece: o valor pode ser menor que 9,25%, porém está muito longe de ser zero.
O número exato dependerá da taxa utilizada e da data de utilização de cada parcela.

Exemplo da negociação

O cliente pode dizer:

“Como os 9,25% serão utilizados em 12 parcelas, não quero considerar esse crédito na conta.”

A indústria pode responder economicamente:

“Tudo bem. Não precisamos considerar os 9,25% pelo valor nominal. Vamos trazer as 12 parcelas a valor presente e considerar o valor econômico efetivo desse benefício.”
A DISCUSSÃO DEIXA DE SER9,25% ou zero
E PASSA A SERQual é o valor presente correto das 12 parcelas?

Essa mudança de abordagem pode representar uma diferença relevante em uma negociação de milhões de reais em estoque.

Percepção e preparação da área comercial

A indústria está preparada para discutir o valor financeiro desse crédito com seus clientes?

Perguntas importantes:

01
O cliente está desconsiderando completamente o crédito por causa das 12 parcelas?
02
Qual taxa financeira está sendo utilizada para mensurar o valor presente?
03
A indústria possui uma metodologia única para essa conta?
04
Comercial e financeiro estão utilizando a mesma premissa?
05
O cliente possui CBS suficiente para utilizar as parcelas?
06
Qual é o valor nominal do crédito?
07
Qual é o valor presente econômico desse crédito?
08
Esse valor está sendo considerado antes de qualquer ressarcimento?
AVALIAÇÃO GERALDe forma geral, a sua indústria está preparada para discutir o valor econômico desse crédito com seus clientes?Use as perguntas acima como roteiro para chegar a uma única resposta sobre este bloco.

Onde pode estar o maior risco?

O risco está em aceitar uma falsa escolha:

“Ou considero 9,25% integralmente ou não considero nada.”
Terceira alternativa
Considerar o valor econômico do crédito no tempo.
Existe uma terceira alternativa muito mais adequada. Assim: a análise passa pela sequência abaixo:
Crédito nominal de 9,25%
Parcelamento em 12 meses
Desconto financeiro pelo tempo
Aproximadamente 8,6% de valor presente no cenário utilizado pela SimTax.

Limite deste tópico

Este bloco não pretende definir uma taxa Selic ou CDI fixa para todo o período nem afirmar que 8,6% será o valor presente definitivo em qualquer cenário.

O percentual de aproximadamente 8,6% é uma simulação econômica da SimTax, que dependerá da taxa de desconto utilizada e do momento de utilização das 12 parcelas.

Também não pretende aprofundar aqui a metodologia financeira completa de valor presente.

Essa análise será detalhada posteriormente no Assessment.

Risco anterior
A indústria pode aceitar desconsiderar integralmente o crédito de 9,25% simplesmente porque ele será utilizado em 12 parcelas.
Ponto econômico
Parcelamento reduz valor financeiro — não elimina valor financeiro.
Mesmo trazendo as parcelas a valor presente, o benefício pode continuar representando aproximadamente 8,6% do estoque elegível no cenário simulado pela SimTax, e esse valor precisa fazer parte da negociação.
CENÁRIO APLICADO

Imagem explicativa — Risco 05

Valor econômico do crédito de CBS, mesmo quando utilizado em 12 parcelas.

RISCO 05
Imagem explicativa — Risco 05
DIAGNÓSTICO INTERATIVOResponda abaixo para calcular a exposição deste risco.
?
DIAGNÓSTICO DO RISCO 05

Avalie a realidade da sua indústria

Não avaliado
Risco Atenção Diagnóstico
Este risco pode impactar sua operação?
Como está a preparação da empresa para este ponto?
Qual área lidera este tema hoje na sua empresa?
NÍVEL DE RISCO DA SUA EMPRESA
Responda às perguntas
BaixaAlta
Salvo automaticamente neste navegador
Risco 06

Risco de atraso ou interrupção nos pagamentos de Trade e Conta Corrente em 2027 com o fim da Nota de Débito

O ponto de atenção

A Reforma Tributária pode mudar a forma como diversas verbas de Trade, Marketing, Pricing e Operações serão documentadas e pagas a partir de 2027.

Hoje, muitas negociações entre indústria, distribuidores e grandes redes são liquidadas por:

Depósito em conta;

Desconto em duplicata;

Descontos adicionais;

Bonificações.

Em 2027, quando o pagamento estiver relacionado a uma efetiva prestação de serviço pela rede ou distribuidor, a operação deverá estar acompanhada da documentação fiscal compatível.

Isso significa que a indústria poderá depender da emissão de uma Nota Fiscal de Serviço pelo cliente antes de conseguir realizar determinados pagamentos.

E o risco é simples:

se a rede ou o distribuidor não estiver preparado para emitir a nota, a indústria poderá não conseguir concluir o pagamento dentro do prazo negociado.

Por que isso pode acontecer?

Imagine uma ação de Trade negociada entre indústria e uma grande rede:

“A rede executa uma campanha, exposição, encarte, ação de marketing ou outra atividade e a indústria pagará R$ 100 mil posteriormente.”

Hoje, esse valor pode estar sendo controlado por conta corrente, nota de débito ou outro processo comercial.

No novo ambiente, quando essa verba representar efetivamente um serviço, a operação precisará estar formalizada de acordo com essa natureza.

Na prática, o fluxo pode passar a ser:

Ação executada
Validação do valor
Emissão da Nota Fiscal de Serviço
Entrada da NF na indústria
Cadastro e validação fiscal
Programação financeira
Pagamento

Ou seja:

o que antes era apenas uma negociação comercial passa a depender também de um processo fiscal, cadastral e financeiro.

Onde está o risco para a indústria?

A indústria pode negociar normalmente uma verba com determinada rede em 2026 e imaginar que o processo continuará funcionando da mesma forma em 2027.

Porém, na hora do pagamento, pode descobrir que a rede:

Não possui atividade de serviço adequada em seu cadastro;

Não estruturou o processo de emissão da nota;

Não sabe qual serviço deverá faturar;

Ainda não está cadastrada como fornecedora da indústria;

Não possui fluxo interno para emissão e aprovação da NF;

Falha de integração
Se contrato, Fiscal, Financeiro e Comercial não estiverem alinhados, quando o problema aparecer a ação já terá acontecido.
O débito existe, o cliente espera receber, mas o processo necessário para o pagamento não está pronto.

O resultado pode ser:

Atraso no pagamento
Divergência comercial
Pressão do cliente
Bloqueio de negociações
Desgaste da relação
Impacto em novas ações de Trade.

Um novo custo que também precisa ser entendido

Quando houver uma prestação de serviço, a Nota Fiscal terá a tributação correspondente à operação.

Durante a transição, poderá existir:

ISS sobre o serviço + CBS aplicável à operação

O ISS continua sendo um custo tributário que, em regra, não gera crédito para a indústria.

Já a CBS destacada na aquisição do serviço poderá gerar crédito para a indústria, desde que atendidos os requisitos legais de creditamento.

Portanto, a indústria não deve olhar apenas para o aumento nominal do valor da nota.

Parte da tributação pode retornar economicamente por meio de crédito de CBS.

Esse ponto será aprofundado posteriormente.

O problema pode começar antes de 2027

Para que esse fluxo funcione, não basta a indústria alterar seu próprio sistema.

A rede e o distribuidor também precisam se preparar.

Dependendo da operação, será necessário avaliar ainda em 2026:

Atividades e cadastros necessários para prestação dos serviços;

Possibilidade de emissão da Nota Fiscal de Serviço;

Classificação correta das verbas;

Contratos comerciais;

Cadastro da rede como fornecedora da indústria;

Integração Fiscal, Trade, Comercial e Financeiro;

Preparação antecipada
O risco de 2027 precisa ser tratado em 2026.
Isso inclui prazos para conferência, faturamento e pagamento.

Nem toda verba terá o mesmo tratamento

Este é outro ponto importante.

A indústria não deve transformar toda negociação comercial em serviço.

Existem diferenças entre:

ServiçoMarketing, exposição, mídia, encarte, campanha ou outra obrigação efetivamente executada pela rede.
Desconto comercialRedução do preço da mercadoria, quando corretamente estruturada como desconto.
BonificaçãoEntrega de mercadoria ou vantagem adicional dentro da própria relação comercial.

Portanto, operações estruturadas como desconto adicional ou bonificação podem não exigir uma Nota Fiscal de Serviço.

Já o depósito em conta ou o desconto financeiro em duplicata, quando estiverem liquidando uma prestação efetiva de serviço, exigirão tratamento documental compatível com essa prestação.

Percepção e preparação da indústria

A indústria sabe como suas verbas comerciais serão liquidadas em 2027?

Perguntas importantes:

01
Quais verbas hoje são pagas por depósito em conta?
02
Quais são liquidadas por desconto em duplicata?
03
Quais dessas verbas representam efetivamente serviços?
04
Quais são descontos, bonificações ou outros ajustes comerciais?
05
As redes conseguem emitir as notas necessárias?
06
Elas possuem estrutura cadastral para isso?
07
Já estão cadastradas como fornecedoras da indústria?
08
Qual será o prazo entre fechamento da ação, emissão da NF e pagamento?
09
Trade, Comercial, Fiscal, Jurídico e Financeiro estão utilizando a mesma classificação?
AVALIAÇÃO GERALDe forma geral, a sua indústria está preparada para tratar as verbas comerciais e seus pagamentos em 2027?Use as perguntas acima como roteiro para chegar a uma única resposta sobre este bloco.

Onde pode estar o maior risco?

O maior risco pode aparecer somente quando chegar a hora de pagar.

A área comercial pode ter autorizado uma campanha.

A ação pode ter sido executada.

A rede pode ter contabilizado o valor a receber.

Mas o Financeiro da indústria poderá dizer:

“Não consigo pagar porque não tenho o documento fiscal necessário e esse cliente nem sequer está cadastrado como fornecedor.”
Nesse momento, o problema tributário se transforma imediatamente em problema comercial.

Limite deste tópico

Este bloco não pretende definir o tratamento tributário e documental de todas as modalidades de Trade, rebate, bonificação, desconto, ressarcimento ou indenização existentes no mercado farmacêutico.

Cada verba deverá ser analisada conforme sua natureza econômica, contrato e forma de liquidação.

Aqui, o objetivo é identificar um risco anterior:

A indústria pode chegar a 2027 com recursos aprovados para Trade, Marketing, Pricing ou Operações e descobrir que não consegue executar o pagamento porque o cliente não está preparado para emitir o documento fiscal necessário.

2026
Não deve ser apenas o ano de preparar a indústria.É também o ano de preparar distribuidores e redes para o novo fluxo documental e financeiro de 2027.
SITUAÇÃO PRÁTICA

Imagem explicativa — Risco 06

Atraso ou interrupção nos pagamentos de Trade e Conta Corrente.

RISCO 06
Imagem explicativa — Risco 06
DIAGNÓSTICO INTERATIVOResponda abaixo para calcular a exposição deste risco.
?
DIAGNÓSTICO DO RISCO 06

Avalie a realidade da sua indústria

Não avaliado
Risco Atenção Diagnóstico
Este risco pode impactar sua operação?
Como está a preparação da empresa para este ponto?
Qual área lidera este tema hoje na sua empresa?
NÍVEL DE RISCO DA SUA EMPRESA
Responda às perguntas
BaixaAlta
Salvo automaticamente neste navegador
Risco 07

Risco de não possuir um simulador para validar o impacto real do estoque na transição

O ponto de atenção

A indústria poderá receber centenas de solicitações de ressarcimento de estoque na virada para 2027.

Cada solicitação poderá envolver:

Medicamentos diferentes;

Lista Positiva ou Lista Negativa;

Estados diferentes;

Descontos comerciais diferentes;

Repasses diferentes;

ICMS e ST diferentes;

Custos de aquisição diferentes;

Volumes diferentes;

Ponto de atenção
Créditos de transição diferentes exigem uma ferramenta capaz de realizar essa matemática.
Sem essa estrutura previamente definida, cada negociação poderá se transformar em uma discussão manual.

E o risco é:

Demora na análise
Divergência de cálculos
Pressão comercial
Atraso na resposta
Pagamento incorreto
Perda de margem.

Por que isso pode acontecer?

Uma rede ou distribuidor poderá apresentar uma solicitação dizendo:

“Tenho R$ 5 milhões dos seus produtos em estoque e quero ressarcimento da diferença de preço.”

Mas o valor do estoque, sozinho, não responde quanto efetivamente deve ser ressarcido.

É necessário comparar duas situações:

Custo econômico do estoque comprado em 2026 e carregado para 2027 versus Novo custo econômico do mesmo produto adquirido em 2027.

Somente a diferença entre esses dois cenários demonstra o impacto econômico real.

Onde está o risco para a indústria?

Sem um simulador estruturado, a indústria pode analisar apenas a redução do Preço Fábrica ou algum percentual genérico apresentado pelo cliente.

Por exemplo:

“O preço caiu 12%, então ressarcimos 12%.”

Mas essa conta pode ignorar:

Desconto;

Repasse;

ICMS;

Substituição Tributária;

Créditos existentes;

Crédito de transição;

Nova tributação;

Custo econômico efetivo do produto.

Leitura econômica
Variação de preço não é necessariamente igual à variação de custo.
Ou seja, o ressarcimento deveria estar relacionado ao impacto econômico efetivamente suportado pelo estoque.

Como deveria funcionar o simulador?

A indústria deveria possuir uma ferramenta que realize automaticamente a matemática por:

Produto + UF + Cliente + Volume

No cenário de 2026, o simulador poderia considerar:

Preço 2026
Repasse
Desconto comercial
Preço de compra
Créditos recuperáveis
ICMS ou ST
Custo econômico do estoque de 2026

Depois:

2026
BASECusto do estoque de 2026
CBS
TRANSIÇÃOCrédito CBS aplicável
=
2027
RESULTADOCusto econômico do estoque na virada para 2027

Esse crédito poderá ser analisado conforme a premissa utilizada pela empresa:

9,25% nominal ou valor presente econômico, como aproximadamente 8,6% em determinado cenário financeiro.

E depois comparar com 2027

O mesmo produto deverá ser recalculado utilizando as condições do novo cenário:

Novo Preço 2027
Novo repasse
Novo desconto
Novo preço de compra
Novos créditos
ICMS / ST aplicável
Novo custo econômico

Assim, a empresa consegue comparar:

Custo da transição do estoque 2026
Versus
Novo custo de aquisição em 2027

A diferença entre os dois valores representa o impacto econômico unitário.

Depois basta aplicar:

Impacto unitário × quantidade em estoque = impacto financeiro do cliente

Exemplo da resposta que a indústria precisa conseguir dar

O cliente informa:

Produto X

Estado: São Paulo

Quantidade em estoque: 100.000 unidades

A indústria não deveria precisar montar uma planilha do zero.

Ela deveria inserir o volume e imediatamente obter:

Custo 2026
Crédito de transição
Custo ajustado da virada
Custo 2027
Diferença unitária
Impacto total

Com isso, uma discussão que poderia levar dias pode ser respondida em minutos.

Um simulador também pode mostrar ganhos

Esse ponto é importante.

Nem todo estoque necessariamente representará perda para o cliente.

Dependendo do produto e da recuperação dos créditos, poderão existir cenários de perda econômica, neutralidade ou até ganho econômico na transição.

Por isso, o simulador precisa tratar separadamente:

Lista Negativa;

Lista Positiva;

Produto;

Estado;

Estrutura tributária;

Custo;

Crédito;

Volume.

A indústria deixa de discutir percentuais genéricos e passa a discutir impacto econômico real.

Onde pode estar o maior risco?

Imagine dezenas de grandes clientes enviando solicitações simultaneamente em janeiro de 2027.

Cada um apresenta:

Sua própria planilha;

Sua própria metodologia;

Seu próprio percentual;

Seu próprio pedido de ressarcimento.

Se a indústria não possuir uma metodologia previamente definida, poderá acontecer:

Cada cliente apresenta uma conta diferente
Cada executivo comercial negocia de uma forma
Fiscal calcula de outra
Financeiro questiona
Diretoria precisa aprovar
Pagamento atrasa
Relacionamento se deteriora.

E, no pior cenário: a indústria paga mais do que deveria simplesmente porque não conseguiu validar a conta apresentada pelo cliente.

Preparação da indústria

Perguntas importantes:

01
Existe hoje um simulador de transição de estoque?
02
Ele calcula por SKU?
03
Ele calcula por UF?
04
Considera Lista Positiva e Lista Negativa?
05
Considera desconto e repasse comercial?
06
Considera ICMS e Substituição Tributária?
07
Considera os créditos existentes no custo?
08
Considera o crédito de transição?
09
Permite trabalhar com 9,25% nominal e valor presente?
10
Calcula o novo custo de 2027?
11
Permite inserir apenas o volume do cliente e gerar o impacto?
12
Comercial, Fiscal, Pricing e Financeiro utilizarão a mesma metodologia?
AVALIAÇÃO GERALDe forma geral, a sua indústria está preparada para tratar este ponto?Use as perguntas acima como roteiro para chegar a uma única resposta sobre este bloco.

O ganho de preparação

Uma indústria preparada poderá receber uma solicitação e dizer:

“Informe o produto, estado, quantidade e estoque. Nós conseguimos calcular imediatamente o impacto econômico efetivo.”

Isso gera:

Agilidade
Padronização
Segurança
Velocidade de negociação
Proteção de margem.

Mais importante:

A indústria deixa de negociar com base na percepção do cliente e passa a negociar com base em matemática.

Limite deste tópico

Este bloco não pretende definir aqui toda a metodologia matemática do simulador nem estabelecer definitivamente quais créditos serão aplicáveis a cada produto.

Aqui, o objetivo é identificar um risco:

A indústria pode entrar em 2027 recebendo diversas solicitações de ressarcimento sem possuir uma ferramenta rápida e padronizada para verificar se os valores solicitados estão corretos.

Por isso:
Não basta entender a Reforma.
A indústria precisa transformar a Reforma em uma ferramenta de cálculo capaz de responder, produto a produto e estado a estado, qual é o impacto econômico real do estoque.
CASE DE VALIDAÇÃO

Imagem explicativa — Risco 07

Necessidade de simulador para validar o impacto real do estoque.

RISCO 07
Imagem explicativa — Risco 07
DIAGNÓSTICO INTERATIVOResponda abaixo para calcular a exposição deste risco.
?
DIAGNÓSTICO DO RISCO 07

Avalie a realidade da sua indústria

Não avaliado
Risco Atenção Diagnóstico
Este risco pode impactar sua operação?
Como está a preparação da empresa para este ponto?
Qual área lidera este tema hoje na sua empresa?
NÍVEL DE RISCO DA SUA EMPRESA
Responda às perguntas
BaixaAlta
Salvo automaticamente neste navegador
Risco 08

Risco de parametrização e comunicação tributária incorreta do portfólio de medicamentos

O ponto de atenção

A partir da Reforma Tributária, a classificação correta de cada medicamento passa a ter impacto direto na tributação aplicada por toda a cadeia.

Os medicamentos poderão estar enquadrados, de forma geral, em três grandes categorias:

Redução de 100%;
Redução de 60%;
Regra geral, sem redução.

Além disso, determinadas operações institucionais, como vendas de medicamentos ao poder público quando atendidos os requisitos legais, também podem ter redução de 100%.

Isso significa que a indústria precisará saber exatamente qual CST e qual cClassTrib devem acompanhar cada produto e cada situação aplicável.

Risco direto
Se a indústria classificar ou comunicar errado, o erro pode se espalhar por toda a cadeia.
O risco é simples, mas o efeito pode se multiplicar por distribuidores, redes e sistemas.

Por que isso pode acontecer?

Distribuidores e redes dependem das informações recebidas da indústria para parametrizar seus próprios sistemas.

Imagine que a indústria informe:

“Este medicamento possui redução de 100%.”

Mas, posteriormente, seja identificado que aquele produto deveria estar enquadrado na redução de 60%.

A rede pode ter cadastrado o produto com base nessa informação e passado meses tributando a operação de forma incorreta.

O inverso também pode acontecer.

Um medicamento que deveria ter alíquota zero pode ser informado como redução de 60% ou até como regra geral.

Nesse caso:

Classificação errada
Parametrização errada
Imposto destacado errado
Preço e custo errados
Impacto financeiro acumulado.

E quanto maior o volume comercializado, maior pode ser o problema.

Onde está o risco para a indústria?

O problema não termina na emissão da nota fiscal da própria indústria.

A informação enviada pela indústria pode ser utilizada por:

Distribuidor
Rede
Farmácia
Sistemas fiscais
Sistemas de pricing

Se a informação estiver errada, cada elo poderá reproduzir o mesmo erro.

E, posteriormente, o cliente poderá argumentar:

“Parametrizei dessa forma porque essa foi a orientação recebida da própria indústria.”

Se existir documentação dessa comunicação, como:

E-mail;

Comunicado oficial;

Planilha de cadastro;

Tabela comercial;

Arquivo de integração;

Orientação da equipe comercial;

A discussão pode deixar de ser apenas tributária e se transformar em uma solicitação comercial de ressarcimento ou compensação.

Um erro pequeno pode virar um valor muito grande

Imagine um medicamento comercializado durante vários meses com classificação incorreta.

A diferença de tributação por unidade pode parecer pequena.

Mas:

diferença tributária × milhares de unidades × vários clientes × vários meses

pode gerar um impacto financeiro relevante.

Por isso, o problema não está apenas em errar um código.

Está em multiplicar esse erro por toda a cadeia de negócio.

CST e cClassTrib passam a ser informações estratégicas

No novo modelo, não basta informar apenas:

NCM;

Descrição;

Código do produto;

EAN;

Preço.

A comunicação tributária do medicamento também passa a depender do correto enquadramento em:

CST + cClassTrib + fundamento da redução

Esse cadastro precisa refletir corretamente se o medicamento está:

Redução de 100%
Redução de 60%
Regra geral

e também quando determinado tratamento depende da própria natureza da operação, como nas vendas institucionais.

O cuidado especial com vendas para órgãos públicos

Existe ainda uma complexidade adicional.

Um mesmo medicamento pode possuir determinado tratamento nas vendas normais de mercado e tratamento diferente quando comercializado em uma operação institucional elegível.

Portanto, não basta olhar apenas para o produto.

Em alguns casos será necessário olhar também:

produto + cliente + natureza da operação

Isso aumenta a importância de sistemas preparados e de uma comunicação muito clara para os clientes.

Onde pode estar o maior risco?

O maior risco pode estar na falta de integração interna.

Imagine que o Fiscal classifique de uma forma, mas o Comercial comunique outra informação ao cliente.

Ou que Pricing trabalhe com uma premissa enquanto o ERP utiliza outra.

Nesse cenário, a própria indústria pode gerar informações contraditórias para o mercado.

Por isso: integração necessária
Fiscal + Tributário + Pricing + Comercial + TI precisam trabalhar com uma única base de classificação.

Preparação da indústria

Perguntas importantes:

01
Todo o portfólio já está classificado entre redução de 100%, redução de 60% e regra geral?
02
CST e cClassTrib estão definidos por SKU?
03
A classificação está vinculada ao fundamento legal correto?
04
Existem operações em que o tratamento muda conforme o adquirente?
05
As vendas institucionais estão corretamente identificadas?
06
ERP, cadastro fiscal e pricing utilizam a mesma informação?
07
A equipe comercial sabe qual informação pode ou não repassar ao cliente?
08
Existe um comunicado tributário oficial da indústria?
09
Existe controle de versão quando uma classificação é alterada?
10
Distribuidores e redes estão recebendo a mesma informação?
11
Existe evidência de quem aprovou cada enquadramento?
AVALIAÇÃO GERALDe forma geral, a sua indústria está preparada para tratar este ponto?Use as perguntas acima como roteiro para chegar a uma única resposta sobre este bloco.

A comunicação precisa ter governança

A indústria não deveria permitir que cada executivo comercial responda individualmente:

“Qual é a tributação desse medicamento?”

Essa informação precisa sair de uma base oficial e controlada.

O fluxo ideal deve ser:

Tributário/Fiscal define
Cadastro é validado
Pricing confirma impacto
TI parametriza
Comercial recebe orientação
Cliente recebe comunicação oficial

Assim, a indústria reduz o risco de diferentes áreas transmitirem informações diferentes para o mercado.

Limite deste tópico

Este bloco não pretende detalhar todos os códigos CST e cClassTrib nem definir aqui o enquadramento individual de cada medicamento do portfólio.

Também não pretende analisar todas as condições legais das vendas ao poder público ou demais hipóteses de redução.

Essas classificações deverão ser validadas produto a produto e operação a operação.

Aqui, o objetivo é identificar um risco anterior:

Uma classificação ou comunicação tributária incorreta da indústria pode levar distribuidores e redes a parametrizarem seus sistemas de forma errada e multiplicarem esse erro por toda a cadeia.

A partir daí, o erro pode se propagar em cadeia:

Erro de cadastro
Tributação incorreta
Impacto financeiro
Discussão comercial
Possível pedido de ressarcimento.
Integração em 2026
Cadastro tributário e comunicação com o mercado precisam ser tratados como um único projeto.
A indústria precisa garantir que Fiscal, Tributário, Pricing, Comercial, TI, distribuidores e redes estejam falando a mesma língua.
EXEMPLO DE CADEIA

Imagem explicativa — Risco 08

Erro de parametrização e comunicação tributária replicado pela cadeia.

RISCO 08
Imagem explicativa — Risco 08
DIAGNÓSTICO INTERATIVOResponda abaixo para calcular a exposição deste risco.
?
DIAGNÓSTICO DO RISCO 08

Avalie a realidade da sua indústria

Não avaliado
Risco Atenção Diagnóstico
Este risco pode impactar sua operação?
Como está a preparação da empresa para este ponto?
Qual área lidera este tema hoje na sua empresa?
NÍVEL DE RISCO DA SUA EMPRESA
Responda às perguntas
BaixaAlta
Salvo automaticamente neste navegador
Risco 09

Risco de cálculo incorreto das bases de ICMS e CBS em 2027

O ponto de atenção

Em 2027, não muda apenas o tributo. Muda também a metodologia utilizada para chegar à base de cálculo dos impostos.

Hoje, de forma simplificada, muitas empresas estão acostumadas com uma lógica operacional como:

Preço de venda × alíquota de ICMS% = valor do ICMS

Por exemplo:

R$ 100,00 × 18,00% = R$ 18,00

Com a entrada da CBS e a convivência temporária com o ICMS, essa lógica passa a exigir uma nova engenharia de cálculo.

O risco é:

o sistema continuar calculando 2027 com a lógica parametrizada para 2026.

Por que isso pode acontecer?

A partir de 2027, PIS e Cofins deixam de existir e a CBS entra definitivamente na operação.

Ao mesmo tempo, o ICMS continua existindo durante o período de transição.

Isso cria uma convivência entre tributo novo + tributo antigo, e cada um possui uma lógica própria de formação da base.

Na CBS, a lógica passa a ser de um imposto destacado “por fora”, com uma base própria.

Já o ICMS continua seguindo sua metodologia durante a transição de imposto por dentro.

Por isso, a indústria precisará entender corretamente dois pontos:

Qual valor entra na base do ICMS.
Qual valor deve ser retirado para encontrar a base da CBS.

Onde está o risco para a indústria?

Imagine que o ERP esteja parametrizado para simplesmente utilizar:

Preço de venda = Base de CBS (errado)

ou que continue calculando o ICMS exatamente como fazia antes da Reforma.

Dependendo da operação, isso pode gerar:

Base incorreta
Imposto incorreto
Nota fiscal incorreta
Crédito incorreto para o cliente
Preço e margem incorretos.

E como esse erro acontece dentro do sistema, ele pode ser repetido automaticamente em milhares de notas fiscais.

A nova matemática precisa estar parametrizada

Na convivência entre CBS e ICMS, a indústria precisará parametrizar corretamente a interação entre os tributos.

De forma didática, a lógica que deverá ser validada nos sistemas passa a considerar situações como:

Para o ICMS

O valor da operação poderá sofrer influência da CBS destacada, conforme a regra aplicável à operação.

Portanto, não basta assumir automaticamente que:

Preço = Base de ICMS

sem analisar a nova composição.

×

Para a CBS

Também não basta utilizar automaticamente o preço cheio como base.

A CBS possui metodologia própria e a composição da sua base precisa considerar as exclusões determinadas pela nova legislação, inclusive a interação com tributos que permanecem durante a transição.

Ou seja:

o cálculo passa a exigir que o sistema saiba exatamente o que entra e o que sai de cada base.

Onde pode estar o maior risco?

O maior risco é a indústria acreditar que basta atualizar as alíquotas no ERP.

Não basta trocar:

PIS/Cofins
CBS
É necessário revisar:
Base de cálculo
Ordem dos cálculos
Interação CBS / ICMS
Descontos
Créditos
Documentos fiscais
Precificação
Alerta de parametrização
Se apenas a alíquota for alterada, mas a matemática permanecer antiga, o sistema poderá faturar errado mesmo estando aparentemente parametrizado para a Reforma.

Como validar antes da virada?

Uma estratégia importante é possuir um cálculo independente do ERP.

Por exemplo:

Simulador SimTax versus Cálculo realizado pelo ERP da indústria

A empresa escolhe determinados cenários de teste e compara:

Preço;

Base de CBS;

Valor de CBS;

Base de ICMS;

Valor de ICMS;

Total da nota;

Créditos gerados;

Custo;

PF e PMC quando aplicáveis.

Se os dois cálculos não fecharem:

existe um problema de parametrização que precisa ser corrigido antes do faturamento real.

Preparação da indústria

Perguntas importantes:

01
O ERP já possui a nova metodologia de cálculo?
02
A base da CBS está parametrizada corretamente?
03
A interação entre CBS e ICMS foi validada?
04
A empresa testou operações internas e interestaduais?
05
Foram testadas diferentes alíquotas de ICMS?
06
Os medicamentos com redução de 100%, 60% e regra geral foram testados?
07
O total da Nota Fiscal está correto?
08
O crédito recebido pelo cliente fecha com o débito da indústria?
09
Pricing utiliza a mesma matemática do Fiscal?
10
O cálculo do ERP foi comparado com um simulador independente?
11
TI, Fiscal, Tributário e Pricing aprovaram conjuntamente a parametrização?
AVALIAÇÃO GERALDe forma geral, a sua indústria está preparada para tratar este ponto?Use as perguntas acima como roteiro para chegar a uma única resposta sobre este bloco.

Onde está o papel de TI?

Neste ponto, a Reforma deixa de ser apenas um projeto tributário e passa a ser também um projeto de tecnologia.

O Fiscal pode conhecer perfeitamente a legislação.

Mas, se a regra estiver parametrizada incorretamente no ERP:

a empresa continuará faturando errado.

Por isso, o fluxo precisa ser integrado:
Tributário define a regra
Fiscal valida a operação
Pricing valida o impacto
TI parametriza
Simulador independente confere
Faturamento é homologado.

Limite deste tópico

Este bloco não pretende definir todas as fórmulas de cálculo de ICMS e CBS para cada tipo de operação, estado, benefício fiscal ou regime específico.

A composição exata das bases precisa ser validada conforme a legislação aplicável e as regras de transição vigentes para cada operação.

Aqui, o objetivo é identificar um risco anterior:

A indústria pode estar com as alíquotas corretas e, mesmo assim, faturar errado porque a base de cálculo foi parametrizada de forma incorreta.

E um erro sistêmico de base pode se transformar rapidamente em:

Milhares de notas erradas
Créditos errados
Preços errados
Divergências com clientes
Necessidade de correção e possíveis ressarcimentos.
Por isso: prioridade 2026
2026 precisa ser o ano de homologar a matemática de 2027.
A melhor proteção é: regra tributária + parametrização de TI + simulador independente + validação ponta a ponta.
CENÁRIO APLICADO

Imagem explicativa — Risco 09

Validação das bases de ICMS e CBS e da matemática de 2027.

RISCO 09
Imagem explicativa — Risco 09
DIAGNÓSTICO INTERATIVOResponda abaixo para calcular a exposição deste risco.
?
DIAGNÓSTICO DO RISCO 09

Avalie a realidade da sua indústria

Não avaliado
Risco Atenção Diagnóstico
Este risco pode impactar sua operação?
Como está a preparação da empresa para este ponto?
Qual área lidera este tema hoje na sua empresa?
NÍVEL DE RISCO DA SUA EMPRESA
Responda às perguntas
BaixaAlta
Salvo automaticamente neste navegador
Risco 10

Risco de a equipe comercial entrar em 2027 sem ferramentas para negociar no novo modelo

O ponto de atenção

A Reforma Tributária muda profundamente a forma de negociar medicamentos a partir de 2027.

Não será mais suficiente olhar apenas para:

Preço Fábrica;

Desconto;

Repasse;

Preço de compra;

Margem histórica.

A negociação passa a exigir uma visão completa de:

Preço + imposto + crédito + desembolso + custo + margem + lucratividade

Isso significa que uma equipe comercial acostumada com a lógica atual poderá chegar em 2027 sem conseguir explicar corretamente ao cliente quanto ele paga, quanto recupera, quanto custa e quanto ganha.

E uma equipe que não consegue explicar a matemática da negociação pode perder margem, competitividade e credibilidade.

Por que isso pode acontecer?

Hoje, muitos profissionais comerciais conhecem profundamente:

Descontos;

Políticas comerciais;

Repasses;

Condições de compra;

Tabelas de preço;

Margens praticadas pelo mercado.

Mas grande parte dessa experiência foi construída dentro da lógica tributária atual.

Em 2027, a estrutura muda.

A retirada do PIS/Cofins altera a lógica utilizada hoje na formação dos preços regulados dos medicamentos e a CBS passa a fazer parte do novo modelo tributário.

Além disso, no novo sistema, o imposto passa a ficar mais visível na operação.

Isso muda a conversa com o cliente.

O comercial não poderá mais simplesmente dizer:

“Meu preço é R$ 100 com 30% de desconto.”

Ele precisará conseguir demonstrar:

Este é o meu preço.
Este é o repasse.
Este é o desconto.
Este é o preço de compra.
Este é o imposto destacado.
Este é o crédito que você poderá aproveitar.
Este é o seu desembolso financeiro.
Este é o seu custo econômico.
E esta é a margem que você terá na venda.

Onde está o risco para a indústria?

Imagine um comprador de uma grande rede perguntando:

“Com essa nova tributação, qual será meu custo real desse medicamento em 2027?”

Se o executivo comercial responder apenas:

“Vou te dar mais 5% de desconto.”

ele pode estar negociando sem saber se:

O cliente realmente precisa desse desconto;

A margem do cliente aumentou ou diminuiu;

Existe crédito tributário relevante;

O desembolso financeiro mudou;

A rentabilidade da indústria está sendo preservada;

O concorrente está oferecendo uma condição economicamente melhor.

Ou seja:

desconto sem matemática pode virar perda de margem.

A negociação passa a ter duas visões diferentes

Um dos grandes desafios será diferenciar:

VISÃO 1Desembolso financeiro

Quanto o cliente efetivamente paga na operação.

VISÃO 2Custo econômico

Quanto permanece como custo depois de considerar os créditos aplicáveis.

O cliente poderá pagar na nota:

produto + CBS + demais tributos aplicáveis

Esse é o desembolso.

Porém, parte dos tributos destacados poderá gerar crédito.

Portanto:

Desembolso ≠ custo

Da mesma forma, na venda para o consumidor, será necessário entender:

Preço do produto + imposto = desembolso do consumidor
Tudo isso altera a leitura tradicional de preço e margem.

O comercial precisa de um novo simulador

A indústria precisa colocar uma ferramenta na mão da equipe comercial que permita simular uma negociação completa.

A lógica deveria demonstrar, por exemplo:

Preço Fábrica
Repasse
Desconto
Preço de compra
CBS
ICMS / ST quando aplicável
Desembolso do cliente
Créditos tributários
Custo econômico

Depois, na venda:

PMC ou referência de preço
Desconto ao consumidor
Preço de venda
Impostos aplicáveis
Desembolso do consumidor
Margem bruta
Resultado
Lucratividade do cliente

Assim, o comercial deixa de vender apenas desconto.

Passa a vender resultado econômico.

O risco de continuar negociando como em 2026

Uma política comercial pode parecer agressiva hoje e ser ruim em 2027.

Outra que parece menos atrativa pelo desconto nominal pode gerar melhor resultado econômico para o cliente depois dos créditos.

Por isso, comparar apenas:

CONDIÇÃO A30%de desconto
VERSUS
CONDIÇÃO B32%de desconto

pode deixar de mostrar quem realmente está oferecendo a melhor condição.

A comparação poderá precisar considerar:
Preço líquido + impostos + créditos + custo final + margem do cliente.

Isso impacta diferentes canais

O mesmo produto pode exigir análises comerciais diferentes conforme o modelo de negócio.

A indústria precisará estar preparada para simular negociações com:

Distribuidores;

Grandes redes;

Farmácias;

PBMs;

Operadores logísticos;

Clientes institucionais;

Diferentes estados;

Diferentes condições tributárias.

Não existe uma única negociação de 2027.Existem diversos cenários que precisam ser simulados.

Lançamentos também serão impactados

O problema não estará apenas nos produtos já existentes.

Imagine o lançamento de um novo medicamento em 2027.

A área comercial precisará definir:

Preço;

Desconto inicial;

Margem do distribuidor;

Margem da rede;

Desembolso;

Créditos;

Competitividade;

Posicionamento versus concorrentes.

Se a equipe utilizar os mesmos modelos e planilhas de 2026, poderá tomar decisões com premissas que já não representam a nova realidade.

Comparação com concorrentes também muda

A Reforma pode alterar a posição relativa dos produtos no mercado.

Dois medicamentos concorrentes que hoje possuem estruturas econômicas semelhantes podem apresentar comportamentos diferentes dependendo de:

Enquadramento tributário;

Preço regulado;

Política comercial;

Crédito;

Estado;

Canal;

Estratégia de desconto.

Por isso, a indústria precisará recalcular não apenas seu próprio produto.

Precisará conseguir responder:

“Como minha proposta fica versus o concorrente dentro da nova matemática?”

Onde pode estar o maior risco?

O maior risco está em uma equipe comercial tentar compensar a falta de entendimento com desconto.

O cliente questiona.

O comercial não consegue demonstrar a matemática.

Então oferece mais desconto para fechar a negociação.

O fluxo pode virar:

Dúvida do cliente
Falta de ferramenta
Insegurança do comercial
Desconto adicional
Erosão de margem.
Multiplicado por centenas de negociações, o impacto pode ser enorme.

Preparação da indústria

Perguntas importantes:

01
A equipe comercial possui simulador preparado para 2027?
02
Consegue demonstrar desembolso e custo econômico separadamente?
03
Consegue mostrar os créditos tributários do cliente?
04
Consegue calcular margem e lucratividade da rede ou distribuidor?
05
Consegue comparar a condição atual com a condição de 2027?
06
Consegue comparar produtos concorrentes?
07
Consegue simular diferentes descontos e repasses?
08
Consegue analisar por estado?
09
Consegue simular PBM e operações especiais?
10
As políticas comerciais de 2027 já foram recalculadas?
11
Pricing, Fiscal e Comercial utilizam a mesma matemática?
12
A equipe já foi treinada para explicar essa nova lógica ao cliente?
AVALIAÇÃO GERALDe forma geral, a sua indústria está preparada para tratar este ponto?Use as perguntas acima como roteiro para chegar a uma única resposta sobre este bloco.

2026 precisa ser o ano de preparação comercial

A indústria não deveria esperar janeiro de 2027 para ensinar a nova matemática à equipe.

Durante 2026 será necessário:

Desenvolver as ferramentas
Recalcular políticas comerciais
Criar cenários
Validar a matemática
Treinar a equipe
Simular negociações reais
Preparar argumentos comerciais

Porque, em 2027, o comprador também estará fazendo perguntas.

E quem conseguir demonstrar melhor o resultado econômico poderá negociar melhor.

Limite deste tópico

Este bloco não pretende definir neste momento a metodologia completa de negociação nem todas as fórmulas de margem, custo, CBS, ICMS, ST ou precificação regulada.

Risco anterior
A indústria pode chegar a 2027 com uma equipe comercial altamente experiente no modelo antigo, mas sem ferramentas para negociar dentro da nova matemática tributária.
Nesse cenário, a sequência de risco é:
Falta de cálculo
Insegurança
Negociação incorreta
Desconto excessivo
Perda de margem e competitividade.
Por isso: direção comercial
A Reforma Tributária também é um projeto de transformação comercial.
A indústria precisa garantir que, quando 2027 começar, sua equipe não esteja apenas informada sobre a Reforma. Ela precisa estar preparada para negociar com ela.
CASE COMERCIAL

Imagem explicativa — Risco 10

Equipe comercial com e sem ferramenta para negociar no novo modelo.

RISCO 10
Imagem explicativa — Risco 10
DIAGNÓSTICO INTERATIVOResponda abaixo para calcular a exposição deste risco.
?
DIAGNÓSTICO DO RISCO 10

Avalie a realidade da sua indústria

Não avaliado
Risco Atenção Diagnóstico
Este risco pode impactar sua operação?
Como está a preparação da empresa para este ponto?
Qual área lidera este tema hoje na sua empresa?
NÍVEL DE RISCO DA SUA EMPRESA
Responda às perguntas
BaixaAlta
Salvo automaticamente neste navegador
Resultado do diagnóstico da sua empresa

O próximo passo

Se este Assessment revelou exposição, lacunas ou dúvidas em algum dos riscos avaliados, o próximo passo é transformar o diagnóstico em um plano de ação.

Sua indústria está preparada?

Depois deste diagnóstico, algumas perguntas precisam ter respostas claras:

Temos a matemática de 2027 pronta?
Nossos sistemas estão preparados para o novo modelo?
Nossa equipe comercial sabe explicar e negociar o novo custo econômico dos produtos?
Sabemos calcular corretamente o impacto do estoque na transição?
Conseguimos analisar e validar um pedido de ressarcimento de uma grande rede ou distribuidor?
Nosso cadastro tributário está preparado?
Fiscal, Pricing, Comercial, Financeiro e TI estão trabalhando com a mesma metodologia?
Se alguma dessas respostas for “Não” — ou se ainda houver dúvida sobre algum desses pontos — existe um ponto de atenção que precisa ser tratado antes da virada.
RESULTADO DO DIAGNÓSTICO DA SUA EMPRESA

Confira abaixo o resultado do diagnóstico da sua indústria.

RESULTADO DO ASSESSMENT

Como está a situação de risco da sua indústria com a Reforma?

A leitura consolidada classifica a situação geral em Baixo, Médio, Alto ou Crítico, conforme a maior exposição identificada entre os riscos já avaliados.

NÍVEL DE RISCO DA INDÚSTRIAAGUARDANDOResponda aos diagnósticos dos riscos
Riscos altos/críticos0
Riscos avaliados0/10
Resultado do diagnóstico da sua empresa0%
Itens respondidos0/0
!
RECOMENDAÇÃO

Conclua o diagnóstico para liberar a recomendação.

A leitura consolidada direcionará os próximos passos e o nível de suporte recomendado para a indústria.

    FALE COM A SIMTAXQuer entender como a SimTax pode apoiar a sua empresa a partir deste diagnóstico?Ao clicar, o WhatsApp será aberto com uma mensagem pronta e o resultado do Assessment.
    Falar com o time comercial
    WhatsApp comercial: (11) 97543-4715
    S
    SE SUA EMPRESA JÁ É CLIENTE SIMTAX

    Confirme o escopo do suporte contratado.

    Consulte o time comercial para confirmar se sua empresa possui apenas o Suporte Regular ou se já realizou o upgrade para o Suporte da Reforma Tributária, que acompanhará as indústrias farmacêuticas durante toda a transição.

    Confirmar suporte da Reforma TributáriaWhatsApp comercial: (11) 97543-4715
    i
    ESCOPO DESTE ASSESSMENT

    Este Assessment foi desenvolvido exclusivamente para indústrias farmacêuticas.

    Neste momento, o Suporte da Reforma Tributária da SimTax está direcionado às indústrias farmacêuticas, com atuação ao longo da transição para apoiar decisões, cálculos, sistemas, políticas comerciais e preparação das equipes.

    SE VOCÊ ATUA EM OUTRO SEGMENTO

    Use este material como referência inicial, mas construa um plano adequado à realidade da sua empresa.

    Se você chegou a este Assessment atuando em farmácia, distribuidora ou outro segmento ou setor, recomendamos reunir sua equipe e identificar internamente quais áreas devem participar da construção de um plano de ação — por exemplo, Fiscal/Tributário, Financeiro, Comercial, Pricing, Operações e TI, conforme a realidade do negócio.

    A SimTax pretende disponibilizar em breve Assessments específicos para outros elos do setor farma, como farmácias e distribuidores. Para esses públicos, os materiais terão caráter de diagnóstico e orientação; o Suporte da Reforma Tributária da SimTax, neste momento, permanece direcionado às indústrias farmacêuticas.

    A Reforma Tributária exige uma visão integrada

    A Reforma Tributária exigirá decisões que envolvem, ao mesmo tempo:

    Tributação;

    Precificação;

    Estoque;

    Ressarcimentos;

    Trade;

    Sistemas;

    Cadastro tributário;

    Políticas comerciais;

    Negociação com clientes;

    Treinamento das equipes.

    E esses temas não podem ser analisados de forma isolada.

    Um erro de cadastro pode gerar um erro de tributação.
    Um erro de tributação pode distorcer o preço.
    Um problema de preço pode gerar pedidos de ressarcimento ou comprometer uma negociação.
    Uma negociação sem a matemática correta pode significar perda de margem.
    Por isso, a preparação para a Reforma Tributária não deve ser tratada apenas como um projeto fiscal. É um projeto de negócio.

    Como a SimTax pode apoiar a sua indústria

    A SimTax atua junto às indústrias farmacêuticas conectando tributação, precificação e estratégia comercial para transformar os impactos da Reforma Tributária em decisões práticas para o negócio.

    O trabalho pode envolver:

    Diagnóstico dos impactos da Reforma no portfólio;
    Simulações por produto, operação e UF;
    Análise do estoque de transição;
    Cálculo e validação de possíveis ressarcimentos;
    Revisão da formação de preço;
    Desenvolvimento de simuladores comerciais;
    Revisão de políticas comerciais;
    Análise de Trade e Conta Corrente;
    Apoio na parametrização tributária;
    Revisão de CST e cClassTrib;
    Validação de cálculos entre ERP e simuladores independentes;
    Treinamento das equipes Fiscal, Pricing, Comercial, Financeiro e TI;
    Preparação da indústria para negociações com redes e distribuidores.
    O objetivo é ajudar a indústria a reduzir riscos, proteger margem, evitar decisões equivocadas e identificar oportunidades durante a transição.

    Não espere o problema chegar para construir a solução

    Quando um grande cliente solicitar um ressarcimento, não será o momento de começar a desenvolver a matemática.
    Quando o faturamento de 2027 começar, não será o momento de descobrir divergências nos cálculos do ERP.
    Quando o comprador perguntar qual será o novo custo econômico do produto, não será o momento de começar a preparar a equipe comercial.

    Esse trabalho precisa acontecer antes.

    A preparação antecipada permite que a indústria chegue à transição com:

    DADOS+CÁLCULOS+FERRAMENTAS+PROCESSOS+PESSOAS PREPARADAS

    E, principalmente, com segurança para tomar decisões.

    O próximo passo

    Vamos transformar o diagnóstico em um plano de ação?

    Se este Assessment revelou riscos, dúvidas ou pontos que ainda precisam ser aprofundados na sua indústria, a SimTax pode apoiar sua equipe na construção de um plano específico para a realidade da empresa.

    Podemos partir do diagnóstico e avançar para os cálculos, simulações, processos, sistemas, políticas comerciais e treinamentos necessários para a preparação de 2027.

    Fale com a equipe da SimTax

    Deixe um comentário

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *